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Quanto menor o QI da pessoa, mais preconceituosa ela é


Inteligência está relacionada ao preconceito

A Universidade de Ontário, no Canadá, foca seus trabalhos acadêmicos no estudo dos mecanismos do preconceito, desde como ele surge até como se manifesta na sociedade. E no meio de um desses estudos foi descoberto algo que muita gente vai dizer que já sabia: quanto menor o QI da pessoa, mais preconceituosa ela é.


Quociente de inteligência (QI) é uma medida obtida por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas (inteligência) de um sujeito, em comparação ao seu grupo etário. A medida do QI é normalizada para que o seu valor médio seja de 100 e que tenha um determinado desvio-padrão, como 15.

Os testes são feitos sem nenhuma ligação com uma prova de conhecimentos gerais que você já fez na escola descobrindo-se a capacidade que cada um tem de aprofundar-se em conhecimento.

E o que os pesquisadores, liderados por Gordon Hodson, descobriram foi que quanto menor o QI de alguém, maiores as chances dessa pessoa se tornar preconceituosa, conservadora e racista. Isso aconteceria porque, na hora de escolher em que acreditar, essas pessoas buscariam o caminho mais simples e conservador, apostando em ideologias que pregam o preconceito.

Resistir às mudanças é algo que todos nós fazemos, uns em maior grau do que outros, mas quando essa resistência passa a prejudicar sua interação social é que se torna perigosa. Entender as diferenças entre as pessoas e respetá-las pode parecer impossível para alguns e óbvias para outros.

O estudo mostra que as pessoas menos inteligentes seriam atraídas por ideologias conservadoras porque oferecem ‘estrutura e ordem’, dão conforto e simplificam o entendimento do mundo em que vivemos, que se torna mais complicado a cada dia.

Quando dizem que você deve “abrir a cabeça” é sobre isso que estão falando. Aceitar mudanças, deixar que o conhecimento faça sentido e notar que a ciência existe, também, para desmascarar dogmas universais.

A pesquisa, publicada na revista Psychological Science e disponível neste link, deixa claro que não está dizendo que todas as pessoas sem preconceitos são geniais, enquanto quem não aceita as novas organizações sociais é estúpido, Ela trabalha com a média entre grupos e, por isso fala de maiorias e recortes.

Em 1912, Wilhelm Stern propôs o termo “QI” (quociente de inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos "idade mental" e "idade cronológica". Stern propôs que o QI fosse determinado pela divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com idade cronológica de 10 anos e nível mental de 8 anos teria QI 0,8, porque 8 / 10 = 0,8.

Em 1916, Lewis Madison Terman propôs multiplicar o QI por 100, a fim de eliminar a parte decimal: QI = 100 x IM / IC, em que IM = idade mental e IC = idade cronológica. Com esta fórmula, a criança do exemplo acima teria QI 80.

A classificação proposta por Lewis Terman era a seguinte:

* QI acima de 140: Genialidade
* 121 - 140: Inteligência muito acima da média
* 110 - 120: Inteligência acima da média
* 90 - 109: Inteligência normal (ou média)
* 80 - 89: Embotamento
* 70 - 79: Limítrofe
* 50 - 69: Raciocínio Lento

Em 1939, David Wechsler criou o primeiro teste de QI desenvolvido explicitamente para adultos, tendo abandonado o sistema da divisão da "idade mental" pela cronológica (metódo que não faria grande sentido para adultos). Em vez disso, os testes passaram a ser calibrados de forma a que o resultado médio fosse 100, com um desvio-padrão de 15.

Em 2005, o teste de QI mais usado no mundo foi o Raven Standard Progressive Matrices. O teste individual mais usado é o WAIS-III. O teste de Q.I. individual mais administrado em pessoas de 6 a 16 anos é o WISC-III (Escala de Inteligência Wechler para Crianças), originalmente desenvolvido em 1949, revisado em 1974 (WISC-R), 1991 (WISC-III) e 2003 (WISC-IV). Tanto o WAIS quanto o WISC foram criados por David Wechsler. A última versão do WAIS consiste em 14 subtestes destinados a avaliar diferentes faculdades cognitivas. O WISC é constituído por 13 subtestes. Os subtestes são subjetivamente estratificados em dois grupos: escala verbal e escala de execução (também chamada escala performática), contudo os estudos objetivos, baseados em Análise Fatorial, não oferecem respaldo à classificação subjetiva em vigor.

A classificação, originalmente proposta por Davis Wechsler era a seguinte:

* QI acima de 130: Superdotação
* 120 - 129: Inteligência superior
* 110 - 119: Inteligência acima da média
* 90 - 109: Inteligência média
* 80 - 89: Embotamento ligeiro
* 66 - 79: Limítrofe
* 51 - 65: Debilidade ligeira
* 36 - 50: Debilidade moderada
* 20 - 35: Debilidade severa
* QI abaixo de 20: Debilidade profunda

Outro teste de Q.I. comumente utilizado em crianças é a Escala de Bailey de desenvolvimento infantil.

Adaptado do Preliminares





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