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Saiba qual o método contraceptivo é ideal para você


Mix de Pílulas: Mulheres com diabetes, inchaço, TPM, cólicas, obesidade... devem estar atentas a combinação apropriada para o seu caso.

O que quer dizer?

Pílula oral combinada = hormônios estrogênio + progestagênio.
Pílula oral só com progestagênio = hormônio desogestrel.
Anel mensal = hormônios etinilestradiol + etonogestrel.
Adesivo semanal = hormônios estrogênio + progestagênio.
Implante subdérmico = hormônio progestagênio (etonogestrel).
Injetável mensal = hormônios estrogênio + progestagênio.
Injetável trimestral = hormônio progestagênio.
DIU (Dispositivo Intrauterino) de hormônio progestagênio ou DIU de cobre = dificultam o encontro do espermatozoide com o óvulo.


Essas indicações e contraindicações são apresentadas como regras gerais, sem avaliação de casos específicos. Por isso, antes de iniciar um método anticoncepcional, consulte seu ginecologista que recomendará o mais apropriado ao seu caso.


Problemas de estômago ou fígado

• Mulheres com algum distúrbio digestivo, que passa prejudicar a absorção dos componentes da pílula oral, ou com intolerância gástrica, devem preferir anel mensal, adesivo semanal, implante subdérmico (usado por até 3 anos), injetável mensal, trimestral ou DIUs.
• Quem tem doença hepática grave não pode tomar nenhum método: o ideal é usar o DIU de cobre ou a camisinha.

Trombose

• Como regra geral, todos os métodos combinados são contraindicados para quem tem trombose ou propensão a desenvolvê-la. Já a pílula só com progestagênio, o injetável trimestral, o implante subdérmico e os DIUs podem ser usados na maioria dos casos.

Ovário policístico, mioma ou endometriose

• Em geral, as opções hormonais não são contraindicadas nessas condições.
• Mas se quem tem ovário policístico desejar regular o ciclo menstrual, é melhor usar os métodos combinados (pílula, injetável mensal, anel ou adesivo).
• Em casos de miomas que distorcem a cavidade uterina, os DIUs podem não ser recomendados.

Amamentação

• Métodos que contem estrogênio diminuem a produção de leite e são contraindicados nessa fase.
• Além do DIU de cobre, pílula só de progestagênio, implante subdérmico, injetável trimestral e DIU de hormônio são recomendados para mulheres que estão amamentando.

Enxaqueca

• Quem tem enxaqueca com aura (quando a dor vem acompanhada de distúrbios visuais) ou sem aura, mas tem mais de 35 anos, não deve fazer uso de métodos combinados.
• A pílula só de progestagênio pode ser ingerida nesses casos. Além disso, o DIU de cobre é totalmente liberado.

Fumantes

• Se a mulher fumante tiver menos de 35 anos e não possuir nenhum outro fator de risco, não há contraindicações.
• Caso ela esteja acima dessa idade, não deve usar as opções combinadas. O ideal é a pílula só de progestagênio, implante subdérmico, injetável trimestral e os DIUs.

TPM

• Nesse caso, existe uma pílula combinada específica que é bastante recomendada.
• Ela contém etinilestradiol e drospirenona e deve ser ingerida em esquema de 24 dias de tomada com 4 de pausa entre as cartelas.
• Outra opção é tomar as pílulas em uso contínuo, sem o intervalo.

Inchaço

• Alguns anticoncepcionais orais podem favorecer a retenção de líquido. Por isso, mulheres com esse problema devem escolher os métodos não orais.
• O mais indicado é o anel mensal, que provoca pouca incidência de inchaço, o injetável mensal ou a pílula que contém o progestagênio drospirenona.

Fluxo intenso

• Para diminuir a intensidade do fluxo, o ideal é usar pílulas com baixa dose de estrogênio, o DIU com hormônio ou o implante subdérmico.
• O comprimido com o progestagênio dienogeste também pode ajudar a reduzir o fluxo menstrual intenso.

Interromper a menstruação

• Mulheres que não querem mais sofrer os incômodos de menstruar podem optar pela pílula combinada de uso contínuo (que não tem pausa entre as cartelas) ou pela pílula somente com progestagênio.
• O implante subdérmico, o DIU de progestagênio e o injetável trimestral também podem interromper a menstruação.

Esquecimento


• Quem não consegue lembrar de tomar o comprimido diário, para evitar sustos, deve optar pelos outros métodos: anel, adesivo, implante, injeções e DIUs.

Cólicas intensas

• Geralmente, todos os métodos hormonais (tantos os combinados quanto os só de progestagênio) melhoram as cólicas menstruais.
• Isso porque eles diminuem a produção da prostaglandina no endométrio, que causa dor.

Acne

• Os métodos combinados (pílula, adesivo, anel e injetável mensal) são os mais recomendados porque diminuem os hormônios androgênios (principalmente a testosterona), que favorecem o agravamento da acne.

Ingestão de outros remédios

• Alguns medicamentos diminuem a eficácia da pílula ou vice-versa. Os principais são: antibióticos (rifampicina e rifabutina) e a maioria dos anticonvulsivantes (remédios para epilepsia).
• Quem faz uso desses remédios não pode usar os métodos combinados (pílula, anel, adesivo e injetável mensal) nem a pílula só com progestagênio. Em alguns casos, pode-se usar o injetável trimestral e o implante subdérmico. Os DIUs, geralmente, podem ser usados.

Obesidade

• Mulheres com mais de 90kg devem evitar o uso de adesivo, pois pode haver redução de sua eficácia.
• Se a paciente obesa tiver comorbidades, como diabetes e hipertensão, é indicada a pílula de progestagênio.
• Se ela não tiver, os outros métodos hormonais devem ser receitados com cautela e acompanhamento maior, pois a obesidade aumenta o risco de desenvolver trombose e doenças cardiovasculares.

Diabete, hipertensão e risco de doença cardiovascular

• Se o diabetes já tiver longa evolução ou tiver provocado lesões em órgãos como rins e retina, a mulher deve usar métodos só com progestagênio, com exceção do injetável trimestral, e ficar longe dos combinados.
• O mesmo vale para quem tem hipertensão controlada com medicamento ou múltiplos fatores de riscos cardiovasculares.


Consultoria: Cristina Guazzelli, professora do departamento de obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo. Luciano Pompei, assistente de disciplina de ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC e coordenador de diretrizes da Febrasgo.

Fonte: Revista impressa Malu - Ano 13, nº 473 | www.revistamalu.com.br



ATENÇÃO! "Algumas informações e sugestões contidas nesta página são compartilhadas de outros meios de comunicação, bem como blogs, sites, jornais e revistas impressas. As dicas têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e outros especialistas."


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