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É possível mudar o comportamento de alguém?


Quem nunca pensou em mudar o parceiro? Ter alguém ao lado com os mesmos gostos, ideias e pensamentos?
Por isso, muitas tentam forçar essa mudança. Mas será que isso é possível???


Não adianta brigar pela transformação do parceiro

Todo mundo tem um ponto, uma característica ou um hábito que, se pudesse, mudaria no companheiro. O problema é quando esses "defeitinhos" incomodam muito, e a pessoa quer impor modificações a qualquer custo.

É fundamental que a própria pessoa deseje mudar. Havendo isso, o que o outro pode fazer é ajudar que essa transformação aconteça. Ou seja: é necessário que o desejo pela mudança venha de dentro, mas é importante ter ao lado alguém que ajude. Mesmo que agente queira que o companheiro seja diferente em um ponto X, se ele achar que não deve mudar, certamente não buscará a tal transformação.

O mais importante é que haja espaço para o diálogo e que os dois possam ouvir e ser ouvidos, sem tentar impor uma posição ou seu modo como "o mais certo". É essencial que a pessoa que se sente incomodada com uma determinada característica do outro mostre de maneira clara e explique o que sente.

Outro problema que atrapalha o relacionamento é a mudança de humor repentina. Em um dia, demonstração de carinho, sorrisos e palavras doces. No outro, semblante fechado, rispidez e agressividade nas palavras. É natural que todas as pessoas passem por situações difíceis e isso influencie no humor, afinal, quem nunca ficou bravo com alguma coisa ou com alguém? Mas o temperamento forte não pode se tornar um hábito, que muitas vezes incomoda, principalmente, o companheiro.

De acordo com o bispo e apresentador do programa "The Love School – A Escola do Amor" (www.iurdtv.com), Emerson Carlos, pessoas educadas e atenciosas que explodem de uma hora para outra podem se tornar rudes e até insuportáveis. Na maioria das vezes, esse comportamento, de fazer "cara feia" para tudo, é caracterizado por complexos interiores, como ciúmes. As pessoas acham que agindo assim estão se protegendo. "Se a pessoa é dócil e, de uma hora para outra, começa a mudar, a brigar, ela tem que buscar ajuda", sugere.

Brigar não adianta. A melhor estratégia é não buscar moldar o outro à sua vontade. Ao encontrar algo que se queira mudar no outro, é bom que a própria pessoa olhe para si e pense o motivo do incômodo. Uma relação amorosa não se faz com mudanças de um lado só, mas com acomodações de ambas as partes, que vão acontecendo ao longo do tempo.


Do jornal impresso Expresso-RJ com acréscimo do www.arcauniversal.com





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