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Encontre a chave do equilíbrio


Entenda o que significam os altos e baixos da vida, e aprenda a conquistar um estado de moderação!

Altos e baixos. Quem não vive constantemente essas variações de ânimo? Mas será que é possível manter um padrão de equilíbrio o tempo todo? Pois eu lhe garanto que sim. Vamos, em primeiro lugar, entender o que significam esses altos e baixos para, finalmente, conquistarmos uma condição de moderação, um estado gostoso e confortável.


Pois bem, pessoal. Na verdade, o que nos leva aos baixos são os nossos próprios pensamentos. Se eles são levados muito a sério, se materializam em atitudes e crenças e, como consequência, provocam várias sensações. Ou seja, tem tudo a ver com a maneira como encaramos a vida. Em outras palavras, quando fazemos certas escolhas, estamos criando sensações em nós mesmos.

Por que eu quero que você pense nisso? Simplesmente porque, em geral, é você quem causa os seus próprios baixos. Quer ver? Vamos pensar na atitude que tem em relação a si mesma. O que mais a deprime é a autocondenação. Automaticamente você é acometida pelos baixos, pela depressão. Ignora suas vontades e sentimentos para seguir um modelo que a cultura, a moral e a sociedade estabeleceram como corretos.

Não, não e não! É hora de ir contra tudo isso. Fique, definitivamente, do seu lado. O importante é o que você sente e não o que esse sistema insiste em nos impor como certo. Você já parou para pensar que “esse certo” pode ser exatamente o contrário da sua natureza? É por isso que sua vida não vai bem em muitas áreas. Aí vai a dica: comece a dizer, neste exato momento, para si mesma, como você é boa. Observe todas as suas conquistas e se auto parabenize. Cultive a auto aceitação. Jogue fora “os deverias” e tenha a certeza de que não há nada de errado na sua pessoa. Só de fazer isso, vai ver como você se levanta na hora. É impressionante como saímos dos baixos.


Agora vamos falar dos altos. São momentos positivos? Na verdade, não, sabia? Quando você está lá embaixo, se achando uma porcaria, tende imediatamente a entrar no delírio da grandeza, da exaltação. Nada mais é do que um falso ânimo. E pode perceber: quando a exaltada quer sair da depressão, ela vai ao shopping e gasta o que não tem, tinge o cabelo, faz plástica etc. Enfim, fica maníaca e obcecada com a beleza do próprio corpo.

Tem ainda aquelas pessoas que vivem fazendo pose e ficam falando mal dos outros. Claro, no momento em que estão criticando, surge à possibilidade de se sentirem melhores. Esses são simples exemplos, viu gente! Na verdade, quero apenas dizer que, quando você elimina os baixos, não tem a necessidade de ir para os altos. Um é consequência do outro.

O ponto-chave aqui é definitivamente conseguir assumir uma posição central. O que isso significa? É não se importar em querer ser mais, é assumir seus erros numa boa, é rir de si mesma. O ponto central é um ponto de realidade. É o seu real. E preste atenção: a cada momento esse real muda, você muda, você aprende e seu corpo se modifica, assim como sua mente e seu espírito. Há um desenvolvimento natural. Não somos algo fixo para sempre. Qualquer imagem que façamos de nós mesmos hoje, amanhã será falsa.

Preocupe-se, portanto, apenas com a sua sensação. Adote o “me encontrei me senti” e assim, você garantirá o seu equilíbrio e bem-estar.


Luiz Antonio Gasparetto é autor de vários livros sobre desenvolvimento emocional, entre eles Para Viver Sem Sofrer. www.vidaeconsciencia.com.br

Fonte: Revista impressa Ana Maria Nº 584





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