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Quem dança, os males espanta!


Pode não parecer, mas dançar ajuda a vencer muitos medos, descobrir novas habilidades e superar a baixa autoestima. Que tal tentar se arriscar na dança do ventre?


De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000 a.C, seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhante a uma serpente foram registrados no Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusas para se tornarem mães. Com a invasão dos árabes, a dança foi propagada por todo o mundo.


É composta por uma série de movimentos vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo.5 Na atualidade ganhou aspectos sensuais exóticos, sendo excluída de alguns países árabes de atitude conservadora.

Os movimentos são marcados pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, ondulações de braços e mãos, tremidos (shimmies) e batidas de quadril, entre outros.

Segundo a pesquisadora norte-americana Morroco, as ondulações abdominais consistem na imitação das contrações do parto: tribos do interior do Marrocos realizam ainda hoje, rituais de nascimento, em que as mulheres se reúnem em torno da parturiente com as mãos unidas, e cantando, realizam as ondulações abdominais a fim de estimular e apoiar a futura mãe a ter um parto saudável, sendo que a futura mãe fica de pé, e realiza também os movimentos das ondulações com a coluna.


Estas mulheres são assim treinadas desde pequenas, através de danças muito semelhantes à Dança do Ventre. Ao longo dos anos, sofreu modificações diversas, com a inclusão dos movimentos do ballet clássico russo em 1930. Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas:

Norte-americana: manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;

Libanesa: com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.

Egípcia: manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;

Brasileira: revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório, e tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos.

O estilo Dança do Ventre do Egito Faraônico, a Dança di Iaset: foi criado no Brasil, em 1993, pela professora Regina Ferrari, com passos do ballet clássico mesclados com movimentos da dança do ventre árabe, associados a uma interpretação fictícia para cada movimento,como uma representação artística das danças do antigo Egito. Não é una dança com finalidade esotérica, para ser usada em rituais de magia. A finalidade foi de permitir as mulheres brasileiras praticarem a dança do ventre pela beleza da arte, sem receberem a conotação de praticarem uma dança vulgar.

“A dança do ventre permite às mulheres um aprendizado valioso que é amar a si mesma e aumentar sua própria confiança”, afirma Débora Sabongi, professora e bailarina.


OS BENEFÍCIOS DA DANÇA DO VENTRE

A dança do ventre trabalha todo o nosso corpo e, por isso, é uma atividade perfeita para quem quer emagrecer, mas não gosta de fazer séries pesadas na academia. Os benefícios adquiridos através da dança são: redução dos sintomas da menopausa, aumento da capacidade cardiorrespiratória, ativação da circulação sanguínea, melhora do funcionamento do aparelho digestivo – auxiliando quem tem prisão de ventre -, dos rins e órgãos sexuais.

Benefício Corporal

- Uma aula de dança do ventre propicia queimar muitas calorias, auxiliando no processo de emagrecimento;

- Tonifica e enrijece a musculatura do abdômen, pernas, braços, costas e glúteos;

- Aumenta e ativa a circulação sanguínea;

- Trabalha as articulações, melhorando seu condicionamento;

- Proporciona a reeducação postural;

- Aumenta a flexibilidade e resistência física;

- Desenvolve a coordenação motora e melhora o eixo de equilíbrio;

Benefício Estético

- Aprende a ter um cuidado mais delicado com o próprio corpo;

- Cria um estimulo para dietas saudáveis, no sentido de potencializar seu visual; entenda-se isso, por criar uma disciplina nos hábitos alimentares e não cair em dietas mirabolantes sem resultados positivos;

- Desenvolve a capacidade de ressaltar seus pontos interessantes e atenuar os menos favorecidos, trazendo um bem estar com o próprio corpo;

Benefício Psicológico

- Desenvolvimento imediato da auto-estima: a mulher passa a observar e perceber que tem diversas qualidades que talvez nunca tenham sido trabalhadas;

- Aflora a feminilidade tornando-a mais sensual, sem resquícios de vulgaridade;

- Promove na mulher a aceitação de si mesma como ser encantador, diferenciado e belo;

- Desenvolve a agilidade mental, concentração e atenção tanto na música quanto nos movimentos.

- Estimula a criatividade;

- Através de seqüências e laboratórios/dinâmicas trabalhamos a percepção sensorial. Isso cria uma sensibilização na mulher, de forma que sua leitura musical é decodificada através de movimentos precisos e que a colocam em contato com seu interior, suas próprias emoções;

- Desta mesma forma, a timidez que muitas vezes atrapalha o processo de aprendizado é trabalhada aos poucos, possibilitando melhoria nos relacionamentos;

- Alivia o stress do dia-a-dia através do contato de grupo pela troca de experiências e informações, o que desenvolve a capacidade de sublimar os desafios;


Se animou para começar essa nova atividade? Se preferir, pode ser dança de salão, indiana, bolero, samba...


Informações: Casa de Chá Egípcia Khan el Khalili
Tel: 11 5575-6647 | www.khanelkhalili.com.br

Wikipédia





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