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Saiba se você tem impetigo


Impetigo é uma lesão que surge discreta, mas pode se espalhar pelo corpo, causando coceira e bolhas.


Uma ferida pequena, que passa despercebida, mas vai ganhando um aspecto amarelado e apresenta secreção. O impetigo é causado por bactérias e seu alvo é principalmente as crianças. Porém, a doença pode ser transmitida para os adultos e, embora nãos seja grave, pode desencadear outras inflamações se não for tratada a tempo.


Pequenos na mira

• Pele mais frágil, sistema imunológico menos preparado e maior exposição a ambientes contaminados.

• Essa combinação de fatores faz com que as crianças acabem sofrendo mais com impetigo, mas você também deve tomar cuidado, já que os adultos não estão isentos.

• “Realmente, a prevalência maior em relação ao quadro é na idade infantil. Quanto. Quanto menor a idade, maior a chance da infestação”, alerta o dermatologista Fernando Passos.

• De acordo com o médico, quem vive em locais úmidos está mais propenso a desenvolver a doença, que pode se instalar por meio de um machucado ou pela picada de um inseto.

• Geralmente, as feridas aparecem no rosto, mas podem se espalhar por todo o corpo. Por isso, ao menor sinal, já é válido marcar uma consulta para evitar que impetigo se espalhe.


Higiene é a prevenção

• Apesar de não haver um meio seguro de evitar a contaminação, o médico dá a dica: “medidas de higienização adequada e frequente vão diminuir muito o risco de contaminação, mas jamais instituir o risco zero”, orienta.

• Nada de virar uma pessoa neurótica, mas tomar um cuidado extra com as mãos e deixar os ambientes sempre limpos colabora muito para evitar essas e outras doenças.

• A regra de higiene vale, principalmente, na hora de tratar das feridas. É importante lavá-las com água e sabão e jogar fora os panos utilizados para secar os machucados.

• O paciente também precisa ficar em observação por 48 horas, tempo em que a doença é contagiosa, e tratar com medicamentos adequados.

• “Normalmente, a administração de medicações bactericidas torna-se necessária, sendo muitas vezes apenas de forma local (tópica) ou, em casos mais acentuados, de forma sistêmica (via oral)”, recomenda o especialista.

• Quando for cuidar dos machucados, todo o cuidado é pouco para que o impetigo não circule pela família.

• “Vale sempre ressaltar a necessidade de uma melhor higienização em todos os envolvidos, além da manutenção de uma distância maior em relação ao contato físico, primordialmente em relação às lesões, destaca Fernando.


* No caso das crianças, pequenos arranhões podem se transformar em porta de entrada para bactérias. Visitas periódicas ao pediatra são medidas eficazes para prevenir o problema.


Para saber se é!

• Fique atenta à cor da pele: região avermelhada pode indicar contaminação.

• As feridas provenientes de impetigo apresentam secreção com pus e formação de crosta.

• Dependendo da bactéria, a região afetada pode ganhar diversas bolhas. É importante não estourá-las e procurar o médico imediatamente.

• Outro sintoma frequente é que as bolhas, quando estouram, ficam amareladas.

• A coceira é um dos sinais e, apesar de incomodar bastante, você deve evitar manipular as lesões e supervisionar as crianças para que elas não manipulem.

• Inflamações nos gânglios linfáticos, as ínguas, juntamente a outros sintomas, também indicam a inflamação.


Consultoria: Fernando Passos de Freitas, dermatologista | www.drfernandofreitas.com.br

Fonte: Revista impressa Malu, Ano 14, Nº 530 | www.revistamalu.com.br





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