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Cuide bem da sua tireoide!


Quando essa glândula não funciona bem, deixa nosso metabolismo uma bagunça.

Ela fica no pescoço logo abaixo do gogó, e apresenta formato de borboleta. Apesar de pequenina, medindo apenas 5 cm, a tireoide desempenha um papel importantíssimo em nossa vida. Afinal, essa glândula produz hormônios que ajudam no “gerenciamento” de diversas funções do corpo. Quando está desregulada, ela pode afetar o coração, o cérebro, o fígado ou os rins. Esse desajuste às vezes nos deixa fora do peso, cansadas, ansiosas, deprimidas ou até com palpitações no peito.

Em 2012, o câncer de tireoide ficou entre os cinco primeiros colocados no ranking dos tumores mais comuns entre as mulheres, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).



O que você precisa saber sobre...


HIPOtireoidismo

Entenda: é quando a tireoide produz menos hormônio do que deveria, deixando o metabolismo bem mais lento.

Causas: A principal é a tireoide de Hashimoto, que faz o corpo produzir anticorpos que atacam a tireoide, prejudicando seu funcionamento.

Efeito na balança: A disfunção pode fazer a pessoa engordar cerca de 5 kg ou mais, dependendo do caso. Porém, apenas cinco de cada 100 obesos têm o problema.

Sintomas: Cansaço, fraqueza, sonolência, prisão de ventre, depressão, unhas e cabelos quebradiços e irregularidade menstrual.

Tratamento: Uso de hormônios na maioria dos casos. A cirurgia só é indicada se houver nódulos perigosos.


HIPERtireoidismo

Entenda: Ocorre quando a tireoide libera hormônios demais, acelerando o metabolismo.

Causas: A mais comum é um mal hereditário chamado doença de Graves (fala-se “graives”), que estimula a produção exagerada do hormônio da tireoide. Tumores, inflamação por infecção viral ou consumo excessivo de alimentos ricos em iodo também podem originar o problema.

Efeito na balança: Como o gasto de energia fica acelerado, o paciente pode perder muito peso.

Sintomas: Insônia, irritabilidade, tremores nas mãos, palpitação e diarreia.

Tratamento: Às vezes o médico indica a retirada de parte ou de toda a glândula, mas remédios ou terapia com iodo radioativo também podem surtir efeito.


Quatro passos para identificar possíveis nódulos

1. Diante do espelho, procure no pescoço a região abaixo do gogó.
2. Coloque a cabeça para trás e examine a área pelo espelho.
3. Beba um gole de água e observe, ao engolir, a tireoide subir e descer.
4. Note se há inchaço ou nódulo. Repita o teste com frequência.


Notou algo suspeito?

Procure um endocrinologista, mas não precisa entrar em pânico: na grande maioria das vezes, nódulos não indicam um câncer de tireoide. Basta monitorá-los.

A partir dos 40 anos, faça regularmente a dosagem de TSH, hormônio da tireoide. É um exame de sangue simples.


Por Daniella De Caprio e Priscila Carvalho

Consultoria: Claudia Chang, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Paula Fernandes Castilho, nutricionista da Sabor Integral - Tatiana Cunha, endocrinologista

Fonte: Revista Ana Maria, Nº 870 | www.revistaanamaria.com.br





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