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Bullying Virtual contra a auto-estima dos jovens


"Eu sou feia?" é a frase mais buscada na web.

A pergunta é feita no Google todos os meses por 10 mil meninas adolescentes todos os meses. Não importa como elas realmente se pareçam nem o quanto seus pais digam que são lindas, todos os dias alguém dirá a elas que são feias.

Goste ou não, nossa juventude de hoje optam por se comunicarem através da Internet. Redes Sociais e outros meios de comunicação são de fácil alcance e convenientes através de Smartphones e outros aparelhos que estão rapidamente se tornando um padrão em questão, o ciberespaço está tornando o assédio moral em um novo nível.


O bullying se multiplica virtualmente e chega a todos os lugares e momentos na vida das pessoas através das redes sociais. Elas nunca estão sós e as suas relações online estão longe de colaborar com a sua auto-estima.

Cyberbullying é definido como ações nocivas que são comunicadas através de mídia eletrônica e destinam-se a constranger, prejudicar ou caluniar outro indivíduo. Mais comumente, ela ocorre em tubo como Facebook e Você, com um aumento que é atestada em mensagens de texto, SMS e salas de bate-papo. Dentro de minutos um ataque pode ser espalhado de forma viral com pouco ou nenhum controle sobre o resultado.

Este é o tema central da palestra para o TED da diretora global do projeto Dove Self Esteem, a inglesa Meaghan Ramsey, que destaca dois pontos que contribuem para agravar o que já se considera em uma doença geracional:

1) A conexão permanente e a falta de filtros para a exposição e o bullying virtual, faz com que as garotas se sintam constantemente sob os olhares do mundo, julgando e sendo julgadas através de suas fotos e posts. Meaghan cita o comentário de uma mãe: “é como se elas estivessem em uma festa em seus quartos todos os dias”. A pressão social que isso acarreta é devastadora para a auto-estima.

2) A obsessão da mídia em reproduzir padrões irreais e inatingíveis de beleza: as modelos magérrimas, as celebridades com seus corpos e cabelos lisos sensacionais, suas peles e dentes perfeitos.

Meaghan traz ainda alguns dados de pesquisa assustadores:

60% das garotas não participam de esportes e atividades coletivas porque não se acham bonitas ou magras o suficiente;

30% não participam de debates em classe porque não querem chamar a atenção para si;

Estudantes têm resultados piores em exames escolares quando não se acham suficientemente magras;

70% das mulheres não comparecem a uma entrevista de emprego se não estiverem satisfeitas com sua aparência.


O que pode resultar uma vítima do Cyberbullying?

• Depressão
• Frustração
• A sensação de inutilidade
• Comportamento delinquente
• Consequências a longo prazo com a construção de relacionamentos
• Pensamentos suicidas e até suicídio


E como podemos mudar esse quadro? A executiva da Unilever propõe três ações positivas:

1) Um projeto de educação e formação de auto-confiança nas crianças que possa superar as pressões da sociedade.

2) Nos tornarmos melhores exemplos para as garotas, pararmos de julgar as pessoas pela forma como se parecem, prestar atenção ao que dizemos sobre outras mulheres, cuidar do que postamos na rede.

3) Trabalharmos juntos, empresas, governo, comunidade e principalmente e mídia por um modelo diferente de avaliar e valorizar as pessoas que não seja pela beleza física.


* Como Saber Se Seus Filhos São Vítimas


Adaptado por 'GG Premium' do Mulheres Incríveis


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