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Depressão e outros problemas


Sentimento de desânimo e uma profunda tristeza que nunca vai embora, pessimismo e baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si, são alguns dos sintomas bem conhecidos por quem sofre de depressão. Mas o que muita gente não sabe é que a depressão pode ser um estopim para outros problemas, como no coração e até sexuais. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.



Foto Reprodução

A falta de sono, insônia, sofrimento antecipado, perda de apetite, perfeccionismo, variação de humor e solidão também estão ligados a doença.

A depressão afeta mais de 350 milhões de pessoas de todas as idades, gêneros e etnias, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Embora o risco de ter depressão seja maior entre as pessoas com histórico da doença na família, maus hábitos comportamentais (como dormir pouco e cultivar pensamentos negativos) também podem favorecer uma crise ou agravar ainda mais um quadro já em desenvolvimento.

Um dos principais problemas de quem sofre com esta doença é acreditar que ela vai desaparecer por conta própria ou assumir que o mal-estar é permanente e faz parte da personalidade. Nada disso: se você apresentar, ao menos, um dos sinais listados acima e achar que ele tem prejudicado a sua rotina, aproveite para procurar um especialista. Fonte: www.minhavida.com.br


INFARTO E PROBLEMAS SEXUAIS

Hormônio elevado

• O principal responsável pelos problemas cardíacos é o hormônio cortisol, que fica mais alto em depressivos. “Ele acaba alterando o funcionamento cardiovascular e deixando a pessoa vulnerável a infarto”, exemplifica o psiquiatra Primo Paganini.

• “Mas não dá para dizer que a pessoa é depressiva só porque está com o cortisol alto: o diagnóstico de depressão deve ser dado pelo médico durante a consulta”, garante.

• Outras substâncias que contribuem com esse quadro são as proteínas C-reativa a interleucina-6, que provocam inflamação nas artérias.

• “Além disso, quem já teve algum tipo de doença n coração possui de 14% a 47% mais chances de ter depressão um dia. É uma via de mão dupla”, completa a psiquiatra Alexandrina Meleiro.


"É necessário estar com o sistema cardiovascular funcionando bem para ter ereção ou lubrificação e o cortisol altera essa dinâmica", alerta o médico.


Sem prazer

• Quem sofre de depressão deixa de sentir prazer pela vida e isso geralmente reflete na satisfação sexual.

• A causa também pode estar relacionada ao hormônio cortisol que, ao prejudicar o coração, atrapalha também o desempenho sexual.

• A psiquiatra afirma que a falta de prazer é uma das reclamações mais citadas pelos pacientes depressivos, mas nem sempre o médico aborda o tema.

• “Muitas mulheres com o problema acabam fingindo prazer e isso gera sofrimento. Há ainda casos em que o parceiro pode achar que o problema é com ele. Por isso, é fundamental conversar com o médico e com o parceiro”, alerta.

• Estar bem no campo sexual também pode atuar indiretamente no tratamento da depressão. Há um aumento nas taxas de endorfina durante o sexo, substância ligada à sensação de bem-estar e ao controle da ansiedade.


Novos tratamentos

• O quadro de disfunção sexual pode ser agravado pela medicação usada para tratar a depressão.

• Muitos antidepressivos, principalmente os antigos, têm como efeito colateral alterações na libido do paciente.

• “A boa notícia é que a nova geração de medicamentos não prejudica o desempenho sexual. Um deles é o Pristiq, da Pfizer, que não altera a libido e possui a mesma eficiência no tratamento da doença”, revela Paganini.


Entendo a depressão

• É uma doença causada pela falta de serotonina e noradrenalina, dois neurotransmissores que ajudam os sinais de prazer e desejo a chegarem aos neurônios.

• A depressão é crônica (ou seja, não tem cura), pode ter vários graus de intensidade e ocorre por fases.

• “É comum ocorrer um intervalo de até 10 anos entre uma crise e outra”, diz Alexandrina.

• A Organização Mundial de Saúde calcula que 350 milhões de pessoas sofram de depressão em todo o mundo. A proporção é de duas mulheres para cada homem.


Fonte: Revista Malu, Ano 13, Nº 464 | www.revistamalu.com.br





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