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Diga mais "sim" para você


Em psicologia, autoestima inclui uma avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau.


Se define como o "si mesmo" como o conhecimento que o indivíduo tem de si próprio, pode-se dividir esse conhecimento em dois componentes distintos: um descritivo, chamado autoimagem, e outro valorativo, que se designa autoestima. Outros dois termos são muitas vezes usados como sinônimos de autoestima: autoconfiança e autoaceitação. Uma análise mais aprofundada desses termos indicam uma sutil diferença de uso: Autoconfiança refere-se quase sempre à competência pessoal e é definida como a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma coisa, enquanto autoestima é um termo mais amplo, incluindo por exemplo conceitos sobre as próprias qualidades, etc. Autoaceitação, por outro lado, é um termo ligado ao conceito de "aceitação incondicional" da abordagem centrada na pessoa e indica uma aceitação profunda de si mesmo, das próprias fraquezas e erros. A autoestima, a autoconfiança e a autoaceitação tendem a estar intimamente ligadas e se influenciam mutuamente. (acréscimo GGPremium)

Em minhas atividades profissionais, que visam trabalhar nas pessoas o despertar de sua automotivação aliada à transformação, um dos aspectos da vida humana que mais enfatizo é o cultivo da autoestima, primordial no caminho das realizações e da felicidade.

De posse de uma saudável autoestima, você se sente mais livre para ser você mesma e sem medo de desviar para o caminho do egoísmo.

Quer conhecer alguns sinais de que você está precisando aprimorar sua autoestima? Segue alguns deles:

  • Dificuldade em dizer “não” sem culpa, pois tem medo de perder a aprovação e o amor de quem lhe rodeia.
  • Tentar agradar os outros o tempo todo, se esforçando para ser “legal” com pai, mãe, irmão, amigos, colegas de trabalho. Cuidado: ninguém consegue agradar todo mundo.
  • Não gostar de ouvir “não” dos outros. Nesse caso, muitos se anulam e passam a vida em branco, ao invés de arriscar uma solicitação e ouvir, no máximo, como resposta, um “não”.

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Outros fatores que afetam a autoestima: críticas e autocríticas; culpa; abandono; rejeição; carência; frustração; vergonha; inveja; timidez; insegurança; medo; humilhação; raiva
e, principalmente: perdas e dependência (financeira e emocional)

O que fazer para elevar a autoestima: autoconhecimento; aprender a gostar da imagem refletida no espelho; identificar as qualidades e não só os defeitos; aprender com a experiência passada; tratar-se com amor e carinho; ouvir a intuição (o que aumenta a autoconfiança); manter diálogo interno; acreditar que merece ser amada(o) e é especial; fazer todo dia algo que a deixe feliz. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar... (acréscimo GGPremium)


É a hora de você se conhecer melhor e identificar aquilo que está bloqueando o seu crescimento. É a vez de se agradar, de dizer “sim” para as suas vontades, de se amar e de se cuidar muito mais.


Eliana Barbosa, consultora em desenvolvimento humano, escritora e palestrante.
Site www.elianabarbosa.com.br | Fonte Revista Malu





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