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Dicas de dominação para iniciantes


Ficou animada com o filme 'Cinquenta Tons de Cinza'? Veja como colocar práticas como a de bondage em ação. Comunicação com o parceiro é essencial.


Quer tentar algo bem diferente esta noite? Dandi Dewey, autora do Dandyland Diaries, escreveu dois livros sobre as provações e tribulações de se tornar uma dominadora. Com um blog informativo (e hilário!), quem melhor para dar dicas de BDSM (acrônimo para a expressão “Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo”) a iniciantes do que uma especialista?

Dewey informa que ter desejos sexuais e excitações diferentes do outros pode ser confuso, e recomenda fazer pesquisas sobre seu papel sexual desejável antes de mergulhar de cabeça. É isso mesmo pessoal, não se trata de diversão e jogo; especialmente quando falamos em assumir a posição de controle: a cada oportunidade empolgante vem uma responsabilidade que deve ser levada a sério.


Comunique-se, comunique-se e comunique-se mais

“Você e seu parceiro entendem as necessidades, desejos e excitações um do outro. Às vezes pode levar diversas conversas antes do submisso se sentir seguro o bastante para confiar em você em termos do que eles realmente esperam de você”, afirma Dewey. É verdade. A comunicação não é importante só no sentido físico: é preciso bastante coragem e confiança para confiar totalmente no parceiro.


Confiança é tudo

Falando de confiança, de acordo com Dandi, “ela não aparece do nada. Todos nós sentimos a concessão de certa confiança quando conhecemos alguém novo. Isso não é suficiente para sustentar um relacionamento de dominação verdadeiro. O laço leva tempo, energia e consideração cautelosa. Comece devagar e construa-o. Aparecer de espartilho e com um chicote não vai produzir muito mais do que uma ereção no submisso. E depois o quê?”


Tenha um plano

Esse não é o melhor momento para ser desorganizado ou fazer bagunça; se você é a dominadora, seu parceiro provavelmente confia que você tem um plano, então arranje um! “Construir uma boa cena é uma arte”, garante Dewey. “Deve haver um começo, meio e fim como em qualquer boa história. Se você chegar ao meio e fracassar, o sentimento resultante da experiência será insatisfatório, e provavelmente será encarado com resistência quando você quiser tentar novamente. Então, prepare-se, e mantenha o controle. Após a experiência, o submisso pode precisar de algum tempo para se reconectar com as redondezas, portanto nada de perguntar “e aí, como foi?”.


Comece devagar

Pode parecer óbvio que, se você está com alguém que conhece de verdade, a conversa deve fluir naturalmente. No entanto, se você tem uma personalidade mais dominadora e decide assumir o papel do submisso na cama, ou vice-versa, isso pode ser um problema. Dandy recomenda ir devagar e começar aos poucos. Talvez sussurrando “você tem alguma coisa para me amarrar aí?” pode funcionar melhor do que o surpreendê-lo levantando o assunto durante o jantar. Dandy sugere aos dominadores que também façam uma abordagem num estado sexual elevado. “Diga a ele que você quer tentar algo um pouco diferente. Comece, por exemplo, segurando as mãos dele sobre sua cabeça enquanto vocês fazem amor com você por cima.”



Controlando estereótipos

Submissão não é uma cicatriz emocional de quem têm problemas com mães ou pais, e todos os dominadores não são sociopatas. Dandy desmistifica definitivamente o estereótipo do homem submisso: “os homens submissos não são nada além de um macho beta para uma mulher, o que não faz dele um fraco. Respeite-o por te valorizar e por confiar que você sabe o que é melhor. Isso não significa que ele seja um macho beta em todos os sentidos da vida. Ele ainda pode ser um macho alfa que adora ter uma mulher forte para se ajoelhar quando chega em casa.” Se você está pensando em entrar na onda do BDSM, é bom rever esses conceitos logo no início, pois deixar para mais tarde pode ser um problema.


Por Danilo Barba | Sexo Oposto





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ATENÇÃO! "Algumas informações e sugestões contidas nesta página são compartilhadas de outros meios de comunicação, bem como blogs, sites, jornais e revistas impressas. As dicas têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e outros especialistas."


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