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Cinco dicas para uma rapidinha inesquecível


Mais do que uma rapidinha: além de quebrar a rotina e incrementar o encontro com doses extras de adrenalina, o recurso é uma poderosa arma de sedução.

Cada vez mais as mulherada estão deixando o preconceito de lado com a clássica "rapidinha" e usando-a como artifício para esquentar a relação. Além de ser unanimidade entre os homens, pela dose de adrenalina que injeta em qualquer namoro ou casamento, é uma maneira de apimentar a vida a dois. "As 'rapidinhas' deixam o sexo mais excitante e espantam a rotina, principalmente dos casais que já têm uma relação estável há bastante tempo", diz a terapeuta sexual Ana Canosa.



Foto / Reprodução

Seja no carro, banheiro, sauna ou cinema, você verá que todo lugar é propício para uma "rapidinha" , no entanto, fique atenta apenas à segurança. Por isso, cautela é sempre bom. Mas viver perigosamente, de vez em quando, é ainda melhor.


"RAPIDINHA" INESQUECÍVEL

A personal sex trainer, Fátima Moura, dá cinco dicas para uma rapidinha inesquecível:

• Use roupas que facilite esse encontro, como calcinhas de laço, saias e vestidos curtos, sempre pensando em estar o mais sexy possível para seu parceiro.

• O melhor da rapidinha é o inusitado, por isso, pegue seu gato de surpresa. Que tal buscá-lo no escritório com uma lingerie provocante e fazer de lá o cenário para a rapidinha? Claro, sem arriscar o trabalho dele. Outra opção é pegá-lo de surpresa antes do expediente, em casa mesmo, na hora do café da manhã. O dia de vocês será ainda melhor.

• Experimente variar os cenários para ficar mais excitante. Mas isso não significa que precisam transar em banheiros públicos e elevadores. Até os cômodos da casa que não costumam usar podem ser estimulantes.

• Como o tempo é curto, não fique preocupada em atingir o orgasmo durante a "rapidinha". Curta o momento!

• Não resuma a "rapidinha" ao sexo. Sempre que possível, incremente com carícias, sexo oral e preliminares.


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Confira a seguir, algumas dessas picantes histórias:


SE MEU CARRO FALASSE

"Fazia muito calor, então, marquei de tomar uma cerveja com um cara que estava saindo. Fomos a um quiosque na lagoa do Taquaral, um ponto turístico de Campinas. Passamos horas conversando, até que começou a chover muito forte e para fugirmos do temporal, a alternativa foi continuar o bate papo dentro do carro, que estava estacionado em frente à pista de cooper. Lá, começamos a nos beijar e quando vi ele já havia levantado a minha saia. Não tive dúvida, comecei a tirar a roupa dele também e a masturbá-lo. Ele não conseguiu segurar o tesão, subiu em cima de mim e começamos uma transa pra lá de quente. A nossa sorte é foi uma 'rapidinha' mesmo, pois logo fomos interrompidos por um vigilante local." J, 25 anos, fotógrafa.


UMA PITADA DE VOYER!

Uma noite estava indo para uma balada com meu namorado e pegamos um engarrafamento. No som do carro tocava uma música muito excitante e pensei que seria incrível fazer um strip-tease. Como o local e o tempo não permitiam isso, veio a idéia de apelar para uma 'rapidinha'. Estávamos no começo do relacionamento e nunca tinha feito nada ousado com ele, mas resolvi arriscar. Foi a melhor coisa que fiz! Abri o zíper da calça dele e comecei a masturbá-lo. Ele ficou muito surpreso, pois além de estar no transito, algumas pessoas passavam entre os carros. Mas o melhor ainda ia acontecer. Quando percebi que ele estava bem excitado, não tive dúvida: levantei minha saia e subi no seu colo e comecei um movimento de vai e vem. Ele gozou em dois minutos, mas foi uma delícia. O tesão e a adrenalina foram maior do que o normal por causa do burburinho que havia ao redor aliado à emoção do sermos pegos. Em um momento, tive a sensação de ser observada, mas confesso que gostei. Depois disso, adotemos as rapidinhas. Já fomos em banheiro, elevador e outros lugares mais inusitados." C, 34 anos, fonoaudióloga.


DOSE EXTRA DE ADRENALINA

"Depois do casamento de uma prima minha, todos os convidados foram para uma recepção na nossa casa. Eu e meu namorado, hoje meu marido, aproveitamos a distração das 200 pessoas presentes e fugimos para o banheiro. Desde a hora em que estávamos no altar, como padrinhos, já segurávamos um a mão do outro de uma maneira maliciosa. Apesar de as 'rapidinhas' sempre fazerem parte da nossa vida sexual, principalmente nos tempos da faculdade, essa vez foi a mais excitante, porque várias pessoas batiam na porta e tentavam entrar sem ter a menor idéia do que estava acontecendo lá dentro. Difícil foi sairmos sem levantar suspeitas, mas deu certo." C, 31 anos, produtora.


PERIGO À VISTA

"A melhor rapidinha da minha vida aconteceu no sofá da portaria do prédio dom meu ex-namorado. Chegamos de madrugada e o irmão dele tinha esquecido de deixar a chave. Ficamos esperando ele voltar e o porteiro estava em horário de folga, por isso estávamos sozinhos. Começamos a nos beijar e a fazer carinhos e o clima esquentou de vez. Como já tinha bebido uns drinques, parti para o sexo oral, esquecendo a possibilidade de ser flagrada. Ele adorou o fato de estarmos num ligar público. Depois, fui pra cima dele e transamos no sofá. Uma mistura de medo e tesão!" M, 32 anos, socióloga.


Por Gabriela Zini | Revista Shape Brasil, Ano 4, Nº 36





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