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Crochê: mais que um passatempo, uma verdadeira terapia!



Mais do que um passatempo, crochetar acalma, previne Alzheimer e alivia o estresse, a depressão e a ansiedade.

Falta de ânimo, cansaço mental, monotonia... Dar fim a esses incômodos pode ser simples e prazeroso. Pesquisas comprovam que fazer crochê é uma excelente terapia. É também uma maneira de aumentar a concentração e, assim, conservar as atividades cerebrais a todo vapor, nos mantendo longe dos males como depressão e Alzheimer.



Foto / Reprodução


Por que o crochê ajuda a curar e prevenir doenças


• A atividade requer concentração, raciocínio e coordenação motora — o que ajuda a prevenir doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

• Manter-se intelectualmente ativo também pode afastar a depressão e diminuir a ansiedade.

• A execução do trabalho altera a química do cérebro, diminuindo os hormônios do estresse e aumentando os níveis de serotonina e dopamina — substâncias responsáveis pelas sensações de bem-estar e prazer.

• Os movimentos repetitivos baixam a pressão sanguínea e geram uma sensação de relaxamento. Ainda estimulam a agilidade das mãos.


A arte de crochetar não é só para mulheres, mas também para homens, e crianças a partir de 10 anos. O ir e vir da agulha ligando os pontos é uma tarefa calmante e prazerosa!


Nos hospitais, é “remédio”

Alguns hospitais utilizam a prática do crochê para aliviar a tensão e ansiedade dos pacientes e de seus familiares. O Hospital Geral de Itapevi, na grande São Paulo, participa do projeto Tecendo a Vida. O trabalho é feito por voluntários que dão aulas de crochê nos setores de pediatria e ortopedia. A atividade pode tranquilizar o acompanhante, refletindo no bem-estar do paciente. Especialistas em terapia ocupacional garantem que essa arte-terapia é um método eficiente, já que estimula a criatividade e serve ainda de válvula de escape para aliviar a tensão.


O artesanato liberta a mente

Fazer crochê diverte, tranquiliza e estimula o desenvolvimento psicomotor das crianças.

Escolas também passaram a incluir a prática nas aulas de artes. A ideia é desviar a atenção delas para uma técnica que foge das inúmeras tarefas mentais a que são submetidas diariamente. Dessa forma, os pequenos descobrem outras fontes de prazer e se desenvolvem melhor.


Felicidade na ponta da agulha na terceira idade!

Um estudo feito pela Universidade Católica de Brasília comprovou que o hábito de fazer crochê melhora a autoestima dos idosos. Ao se sentirem capazes de produzir algo a partir de uma linha e uma agulha, diminuem-se os impactos do envelhecimento. Essa atividade é uma ótima ferramenta de recuperação psicológica, social e imunológica dos idosos. Ela permite a liberação de emoções, a melhora da comunicação, o fortalecimento da autoimagem e a redescoberta de seus potenciais criativos. Fazer crochê também trabalha os músculos e estimula a visão e o tato.


Consultoria: Simone Eleotério, consultora da Linhas Circulo | Rosana Navajas Barbosa, supervisora da área pediátrica, Hospital Geral de Itapevi | Silvia Amaral, Psicopedagoga | Maria Heliana Mota Guedes, autora da pesquisa na Universidade Católica de Brasília.

Revista Ana Maria, Nº 908 | www.revistaanamaria.com.br





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